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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Assassina


As cores são óbvias.
O vermelho é mina cor.
Cor de uma assassina sem dó sem amor.
Pensa que não é nada mas é tudo o que quer, simplesmente é você que manda em seu mundo!
Desperdiçou não se aproveitou e agora é assim uma assassina sem medo de mim.!
Como olhar em teus olhos?
Como pensar em ter você novamente em meus braços?
Uma assassina me tornei, antes tarde do que nunca as coisas acontecem porque elas devem acontecer.
E se as coisas não acontecem eu, com meu papel de assassina faço acontecer.
Palavras nunca deixam de ser palavras quando você não toma uma atitude.
Atitude essa que pode fazer de você alguém como eu, uma assassina que por dentro chora e for fora nem ao menos grita!
Sim me tornei isso, se teve que ser assim mesmo que doa aqui dentro d mim, que assim seja uma vida cheia de ódio e conciencia sem fim!
Por a culpa em alguém não faz nada mudar, me tornei isso pois errei e fraquejei fiz algo sem pensar!
A cor é bem óbvia é o vermelho que uso!
é o sangue que escorre de dentro de mim, me fazendo sorrir e trazendo comigo lágrimas deprimentes ao pensar que tudo que é bom trás algo doentio e triste pra dentro de si.
Palavras são palavras, e palavras são confusas quando saem de minha boca.
Se tornam piores quando minha mente inespiclavelmente encontra inspirações em momentos tão tristes e aliviantes como esse que passo agora!
Assassina sim, e não tenho orgulho disso.
Apenas aprendo com meus erros assim como muitas outras mulheres que usam o vermelho vão apender ainda.
Eu quero sofrer.
Quero chorar.
Mas as lágrimas agora param de escorrer desse meu rosto deprimente.
Me envergonho, não quero me olhar no espelho meu reflexo me assusta pois uma assassina me tornei!
Não mereço perdão e não quero acrescentar ninguém a mais junto com essa minha culpa.
Tudo acabará bem ao final da semana, eu sei que vai.
De assassina pra uma possível suicida um dia isso acontecera!
Não me preocupo com o que aconteceu, e sim com o que esta por vir, talvez meu trabalho de assassina ainda anão esteja completo e isso me frustra a cada instante mais me sufoca como se alguém me enrolasse em uma corda!
Assim me vou e deixo aqui minha cor.
O vermelho do sangue que escorre de dentro de mim!

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